Rapidinhas | 0021

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"Deus é um cara com uma fazenda de formigas: não planeja nada".
John Constantine

Deus é um fazendeiro que tenta conversar com as formigas, avisando que se não o ouvirem, o tamanduá iria come-las, mas as formigas não conseguiam entendê-lo.

As formigas quiseram conhecer o tamanduá por teimosia.

Daí o fazendeiro teve de virar formiga, conhecido como o filho do fazendeiro, justamente para entendermos o plano verdadeiro dele.

Ele ensinou as formigas e depois encarou de frente o tamanduá, sofrendo a punição no lugar de todo o formigueiro.

Quer segunda chance melhor que essa?

Se você acredita só em Deus, você está lascado. Terá de enfrentar o tamanduá.
É preciso crer em Jesus Cristo, o próprio Deus encarnado.
O fazendeiro amou o formigueiro de tal maneira, que deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não morra, mas tenha a vida eterna.
Livro de João capítulo 3, verso 16 e
 Primeiro Livro de João capítulo 5

Rapidinhas | 0020

sábado, 22 de janeiro de 2011

A graça é de graça para pessoas que não merecem, eu sou uma dessas pessoas".
Philip Yancey - Maravilhosa Graça
"Porque todos pecaram e destituidos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela rendenção que há em Cristo Jesus."
Carta de Paulo aos Romanos, capítulo 3, versículos 23 e 24.

Férias em Águas do Viana - I Ep.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011


(Autor: Rodrigo Maia)

Depois de tanto estudar e trabalhar, chegou a tão esperada férias. Resolvi sair para conhecer uma nova cidade, porque gosto muito de sair fotografando novos lugares, mas precisei pesquisar alguma cidade boa para descansar e fotografar. Logo encontrei uma que me despertou muita curiosidade, algumas descrições diziam que era uma cidade mágica e bonita. Sem pensar muito e sem acreditar, eu fui em sua direção mesmo assim.

Bem cedo cheguei a um lugar de grandes colinas, repletas de pequenas cachoeiras e lagos. Este lugar se chamava Campo de Guataguas, pois algumas pessoas diziam que antigamente haviam muitos índios, numerosos índios Cataguazes nessa região, daí veio este nome. Mas também é conhecido popularmente como Terra das Águas.

Esqueci de mencionar que minha avó mora nessa região, porque antes de chegar a cidade que queria, eu passei lá para fazer uma visita, ela está bem doente, se puderem orar por ela ficaria grato. Ela mora num lugar chamado Águas Virtuosas. E para onde vou é numa cidade vizinha chamada Águas do Viana. Acho que dá para notar um pouco do porque ter o nome de Terra das Águas. (risos)

Cheguei na cidade e logo tinha um portal escrito 'seja bem-vindo' em várias línguas. Quanto mais entrava, mais placas apareciam falando algo sobre: "Venha conhecer as águas que curam! Local: Fazenda Bomba!" E outras diziam assim: "Águas com sabores diferentes na fazenda Bomba"

Fiquei curioso e perguntei para um homem que estava numa ponte com uma linha na mão que ia para dentro do rio: "Moço, desculpe te incomodar, mas o senhor pode me dizer onde fica essa fazenda Bomba?"

Ele se virou prontamente com um sorriso no rosto e animado me disse: "Bomba? Sei sim sinhô. As pessoas chamam aquele lugar de: O Parque das Águas! É só o sinhô ir reto aqui e antes da montanha vc desce a direita, daí o sinhô pede mais informação."

Balancei a cabeça e agradeci esse homem. Bom, era um pescador não era? (haha) sei lá, mas como alguém pesca com uma linha na mão sem se cortar? A não ser que sejam peixinhos. Enfim, não entendo muito de pescar peixe.

:)

A medida que caminhava, a cidade se revelava.
As ruas não eram asfaltadas, eram feitas com várias pedras diferentes e haviam pedras vermelhas onde os pedestres usavam para atravessarem para o outro lado.
Quando olhei para cima, vi muitos arcos nas ruas, tão altos quanto os postes e possuiam uns ornamentos meio que Art Noveau, ou seja, com plantas e galhos evolutivos de ferro criando várias curvas. Qualquer coisa joga no Google para entender melhor a Art Noveau. (hehe)

Comecei a explorar a cidade e sem querer cheguei numa placa que dizia nomes de bairros. Resolvi ir no primeiro da lista que se chamava Aldeia Vila Verde.
Eu sei que é meio sem sentido os nomes 'aldeia' e 'vila', mas não é invenção, estava escrito assim de fato. (rs)

Vi uma rua cheia de charretes e percebi que tinham muitos turistas entrando e saindo das charretes...

Droga! Acabou a luz aqui.. Esperem um pouquinho aí...

█████████████ 0%


██████████  20%


██████  50 %


███  84%


█ 96%


Pronto! Aproveitei e roubei um marshmaloow da minha irmã na cozinha.
:P

Hmmm... AH É!

Perguntei para um cara que estava próximo da rua das charretes lavando um cavalo: "Amigo, pode me dizer onde fica essa tal de Vila Verde?"

Ele estava com um tipo de escovão na boca e me disse: "Om momem uh!"
Logo disse: "Hã?"
Ele sem repetir o que havia falado me falou bem depressa, mas não era porque ele estava com pressa, mas sabe aquelas pessoas que falam muito rápido? Então, ele era assim. (rs) Me explicou que a Aldeia Vila Verde ficava atrás da Praça do Gigante em Berço Esplêndido e entre a fazenda Bomba, O Parque das Águas.

Lembrei-me que era lá que queria ir no começo, mas enquanto lembrava o homem do cavalo disse que já que eu estava ali eu poderia pegar um atalho e encontrar a Aldeia Vila Verde.
Então segui seu conselho e me deparei com essa placa à esquerda do texto.

Fiquei animado por estar chegando, logo fiquei imaginando que tipo de artesanato eles teriam e como era essa vila, pois queria fotografar ambos.

Quando cheguei na tal Vila Verde, vi que tinham muitas casinhas com telhados verdes, paredes brancas e bastante detalhes com madeiras escuras que pareciam de comer. Fiquei reparando nas casinhas que até me esqueci de fotografar. (hehe)

Logo encontrei uma lojinha de artesanato com um cheiro forte de incenso, como sou alérgico a cheiros fortes, não demorou muito para começar a espirrar. Esperei um pouco e olhei para cima e entrei na loja puxando a gola da camisa no nariz, vigiando para não respirar muito forte. A lojinha era muito escura também, devido a quantidade de peças escuras de madeiras e ao tanto de estantes altas espalhadas pela lojinha, parecia tudo tão apertado, mas dava para se locomover.

Um objeto me chamou a atenção e muito! Era um tipo de inseto feito de madeira do tamanho de uma bolinha de tênis de mesa (gosto muito de jogar isso rs), nunca tinha visto um tipo de inseto como este, lembrava um pouco uma joaninha com alguns detalhes a mais nas costas. Nos seus olhos tinha um tipo de pedra com oito lados que também nunca vi, um verde meio fosco, mas alguns cantos da pedra brilhavam como se não fosse fosco.

Fiquei olhando para o inseto e tive a impressão de estar aumentando gradativamente uns sons de insetos andando e voando, era como o som do bater de asas dos pardais quando disparam a voar do nada, um som de metais pequenas batendo no chão, como perninhas de insetos mesmo e tinha a impressão de ouvir uns pequenos gemidos como de morcegos dentro de uma caverna. Minha mão foi se aproximando enquanto esse som aumentava em sincronia.
Quando botei minha mão no inseto, tudo silenciou, somente ficou o som da cidade e das pessoas nas lojinhas.

Fechei os olhos e respirei fundo, mas logo lembrei: "Não seu burro! O incenso vai fazer te espirrar! E se eu espirrasse o dono da loja iria falar comigo. Eu não estava afim de falar com o dono da loja, até porque estava sem poder gastar muito. Bom, na verdade até queria falar com ele para poder saber se poderia fotografar."

Eu pensei isso tudo e no final do pensamento comecei a pensar mais rápido:"Ele está chegando! Está vindo! Ai ai! Chegou, chegou, cheeee... ATCHIM!"




Pensei comigo: " Puxa, agora ele vai falar comigo. Tomara que ele não fique enchendo a paciência para comprar assim, ou assado, parcelar, promoção e tá tá tá."

Logo vi alguém de costas no fundo da lojinha e percebi que ele deu uma preparação para falar como se estivesse limpando a garganta, algo como um: "Grhaan.. Cof! Cof!" e vi ele dando aquela respirada para falar e de repente..

[Tá muito grande este post né? haha
Vou contar mais um pouco dessas férias depois então. Não percam o próximo episódio!]


Episódios
1º Temporada - Contos da Aldeia Vila Verde: 

Ep. 1: Contos da Aldeia Vila Verde << Você está aqui


Rapidinhas | 0019

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

"A grande questão que diz respeito a salvação do homem, não esta em apenas querer aceitar a Jesus como Senhor e Salvador, e sim e querer ser aceito por Ele como um pecador arrependido.".
Júlio A.O.Araujo
"Mas Deus prova seu amor para conosco, em Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores."
Romanos 5.8

Rapidinhas | 0018

sábado, 15 de janeiro de 2011

 Como não evangelizar

Se você sai evangelizando com 7 pedras na mão, tacando na pessoa, a semente cairá em solo rochoso.

Pegou, pegou, pegou?
:P

Lendas do mundo cinzento

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011


Esta história não é conhecida por muitos.
É uma lenda contada ao meu povo e passada de geração a geração.
A história do meu povo... Um povo guerreiro.
Mas é uma historia que me fascina...
A de um guerreiro pouco conhecido, chamado Havir Gonil, nascido longe do povoado. Ele vivia em terras cinzentas e era natural do povo renascido, o povo da Luz.
Este povo era conhecido por possuir a Luz, uma verdade que nascia dentro destes guerreiros, não poderia ser transmitida, apenas compreendida por quem encontrasse a Luz e a reconhecesse como verdade.

Ele, Havir Gonil, vivia na terra cinzenta, terra onde muitos renascidos viviam, pois o povo da luz vivia pelos muitos povoados e não possuíam território, até que a Luz se revelasse novamente ao mundo.
Ele convivia em guerra, não contra os povos, mas como você já imagina, lutava contra as trevas [aquela historia lá... sabe? Luz... e trevas, ausência de luz.] que distorciam a sua realidade. Pois bem, este guerreiro como todo seu povo lutava contra as forças das trevas, contudo, ao chegar a terra cinzenta conheceu muitos diversos guerreiros da luz, mas nem sempre o povo da luz permanecia unido.

A Luz indicava que Havir seria um grande líder onde fosse, no entanto, a terra cinzenta já possuía líderes.
Os líderes dos renascidos que viviam no povoado cinzento não costumavam compartilhar sua liderança com forasteiros iluminados [chamados os guerreiros da luz de outras regiões] e por muitas e muitas vezes Havir foi questionado por eles sobre a luz e como a luz o guiava.
Todo o povoado cinzento via os renascidos e muitas vezes não compreendia como o povo da luz que combatia as trevas, conseguia possuir tantas facções e tão pouca união. Mas Havir sabia que havia de encontrar um modo de unir todo o povo da Luz, pois as trevas a cada dia passavam a conquistar mais território.

Ao perceber que Havir possuía ambições muito profundas e sem entender quais eram tais, alguns líderes renascidos prepararam uma emboscada para acabar com seu ânimo, destruir sua força a qualquer custo e apagar seu fogo.
Perceberam que Havir, muitas vezes solitário, caminhava em meio a sonhos e altos pensamentos, momentos de guarda baixa. Foi então que os líderes renascidos decidiram emboscá-lo ao fim daquela tarde, a quarta hora do que se pretendia ser o último dia.
Ao se aproximarem sorrateiramente foram cercando Havir, que envolto em pensamentos em sua caminhada na floresta solitária não os percebeu. Quando ele não possuía defesa, com a guarda baixa, foi atacado.

Um a um daqueles líderes o atacaram e golpearam ombro, braços encolhidos, repetidamente golpeados, pernas machucadas.
O sangue que por fora jorrava, por dentro começava a ferver e as trevas o tentavam dominar fazendo sua Luz tremular.
Posso dizer que naquele momento havia apenas uma luta acontecendo enquanto covardemente Havir era marcado e golpeado por semelhantes covardes e fortes.
A única luta que acontecia era dentro dele, que via Luz e trevas lutando para fazer vítimas, fosse do amor ou do ódio, haveria vítimas. Contudo, sua luz que já quase não brilhava, devido ao tamanho enfraquecimento, jorrou em um lampejo e Havir percebeu que a Luz era viva! Dissipou as trevas em seu peito e lhe ajudou a apanhar mais e mais, lhe permitindo um sofrimento alegre, mais longo e intenso. Já cansados de espancá-lo e já com sangue em suas roupas foram postos de joelho, não pelo cansaço, ou mesmo por Havir, mas pela Luz...

Como continua a história???
Pergunte à Luz...

Rapidinhas | 0017

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O homem caído desfruta do pecado com prazer.
O homem consciente de que é caído, desfruta escondido.

Livro de Salmos, capítulo 32, versículo 5

Rapidinhas | 0016

sábado, 1 de janeiro de 2011

A oração de quem quer ter um encontro com Deus

Jesus me perdoa que eu coloquei o Senhor NO último na minha lista de coisas pra fazer Mas nesse dia eu te peço Senhor. Faça-te mesmo real ao meu coração e fazendo isso, vou te servir por resto da minha vida. KEITH GREEN