180, o filme – 33 minutos que mudarão sua opinião sobre aborto

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A Living Waters produziu recentemente um documentário fantástico sobre aborto. São 33 minutos que farão você pensar sobre o assunto. Cabe lembrar que o filme possui algumas cenas fortes, então recomendamos cuidado. Por fim, esperamos que você valorize a vida humana ainda mais após vê-lo.

ATENÇÃO: você precisa ativar a legenda do Youtube em português para poder vê-la. Clique na imagem ao lado para mais instruções.

Rapidinhas | 0046

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O evangelho segundo Luan Santana:

Jesus disse: "Te dei o sol, te dei o mar
Pra ganhar seu coração.
(...)
Tão veloz quanto a luz
Pelo universo eu viajei."

E Luan Santana disse: "Vem! Me guia, me conduz,
Que para sempre te amarei."

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Tudo tem um encaixe perfeito em Deus, pois Ele é o protagonista. :)



O velho homem - AV [iv]

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

(Por Rodrigo Maia)
<< Episódio anterior


Foto tirada por Dadah Maia em Águas do Viana


Roger
(eu): "Depois de tanto estudar e trabalhar, chegou a tão esperada férias. Resolvi sair para conhecer uma nova cidade, porque gosto muito de sair fotografando novos lugares(...) Bem cedo cheguei a um lugar de grandes colinas(...)conhecido popularmente como Terra das Águas."

Sr. Divino (Velho da aldeia): "Vc deveria conhecer melhor essa cidade. Na verdade ela é um mundo novo, cheio de coisas diferentes para descobrir."



Roger: "Claro que fiquei desconfiado, afinal cidades de interior sempre inventam histórias para ter turismo (...)"



Sr. Divino: “A Montanha Sagrada fica perto daqui, (...) no bairro maish antigo da cidade (...)"



Roger: "E para onde vou é numa cidade vizinha chamada Águas do Viana."



velho_homem_by_rodrigo_maia.jpg

Saindo da lojinha de Seu Divino, levantei minha mochila pra me abrigar quando ele me cutucou dizendo:
“Leva esse guarda-chuva, quando parar de chover vc me traz de volta.”
Eu não quis incomodar, mas ele insistiu e eu agradeci depois.
Pensei comigo: “Puxa não queria voltar lá... quero ir de manhã nessa tal de Montanha Sagrada e fotografar esses insetos”.


Logo tirei do meu bolso de trás um bloquinho para anotar o nome dessa lojinha (tinham várias lojinhas parecidas com telhados verdes). Então anotei o nome da loja. 

Olhei pra ver se estava certo o nome e me virei para ir em busca de algum hotel para ficar, mas quando me virei, me deparei com um velho homem baixinho, com uma grande barba branca meio amarelada, careca, segurando seu chapéu com as duas mãos na barriga e me olhando com uma cara de curioso. Já fui logo balbuciando palavras dizendo que não tinha moedas trocadas para ele, ou o que quer que seja o que ele queria, pois estava chuviscando e eu queria logo sair da rua, mas ele me interrompeu perguntando de forma estranha:

"Onde vais filho de Guataguazes?"

Fiz uma cara de 'hã' e fui andando ignorando-o, mas o velho começou a andar junto comigo e insistindo me perguntou:
"Você não precisa de ajuda para fotografar este lugar?"

Parei de andar e olhei para atrás em direção ao chão a esquerda e fiquei perplexo: "Como...?"
Velho Homem: "Não precisas pagar, comigo vais mais rápido... Pra quê pesquisar lugares? Já conheço tudo por aqui.. os atalhos, saídas e entradas.."

Fiquei tentado em aceitar, pois ele tinha uma voz persuasiva, bem convincente. Mas fiquei com o pé atrás por ele saber o que eu queria fazer e também minha mochila estava realmente pesada, precisava descansar, carregar a bateria da câmera e comer algo. Bom, me virei de frente para ele e comecei a explicar isso, mas ele me interrompeu de novo: "Ouvistes acerca da Montanha Sagrada? Certamente ouvistes falar."
Respirei pra responder, mas logo ele continuou: "Sabes do Vale dos Pinheiros? Que tal Solar dos Lagos? De certo não lhe disseram sobre o lugar chamado Porta do Céu, disseram?"
Pensei comigo: "Puxa, onde esse cara quer chegar? O que ele quer realmente"

Velho Homem: "Mas nenhum lugar se compara ao que encontrarás na Montanha Sagrada..."

O velho me alugou mesmo, precisei parar de dar ouvidos a ele e ainda por cima a chuva estava apertando. Até passou em minha cabeça em dar carona pra ele no meu guarda-chuva, aliás é uma coisa que deveríamos começar a fazer mais. Olhando aquele velho charlatão achei que não valeria a pena. (haha)

Deixei o velho homem falando sozinho e dando lhe as costas acelerei os passos para poder seguir minha vida em frente.

(Se um dia vc se deparar com ele, espero que faça o mesmo.)

Acelerando pensei: "Não posso perder o foco...Bom, o que estava procurando mesmo? Ah! Um hotel!"

Caminhei e olhei várias placas, mas os hotéis do centro da cidade me pareciam ser caros, na verdade nem conferi os preços, só julguei. Isso me levou a procurar uns hotéis mais distantes, esses de bairros.

Andei mais um pouco e vi placas com vários nomes, mas algumas construções me chamaram a atenção, era a prefeitura e o fórum da cidade. Elas tinham uma arquitetura diferente. Andei até lá para ver de perto, mas como estava chovendo ficava meio difícil de ver perfeitamente. No meio desse momento de apreciação um estrondoso trovão grita junto com aquele clarão que consequentemente fez uma placa na rua de cima brilhar. Subi as escadas para ver e logo selecionei dentre os vários nomes Hotel Torre Alta. "Agora tá ficando bom" - pensei comigo.

Vi que tinha uma pequena ponte adiante e caminhei até ela.

Antes fosse só a chuva, mas começou aparecer uma neblina perto dos rios da cidade no final daquela tarde.
Estava ficando meio escuro quando comecei a atravessar a ponte. Quando estava chegando no meio da ponte, meu tênis desamarrou e por isso me abaixei com o guarda-chuva preso no pescoço para amarrar. De repente vi que a neblina ficou mais densa e a chuva parou. Um som estranho escutei. Como se fosse aquele brinquedo da barca dos vikings de parque de diversões misturado com um som de baleia, mas o som parecia bem distante. 

Escutei um barulho de madeira rangendo, como aqueles sons que ouvimos em filmes de piratas. Logo escutei um som de alguém ou algo saindo da água, mas saindo com muita violência. Agachado no chão senti uma gota grossa cair na minha nuca, logo depois caiu outra na minha mão esquerda, em seguida continuou caindo pela calçada e quando as gotas começaram a atravessar a rua até a outra calçada, senti que uma sombra passava por mim, me levantei deixando o guarda-chuva cair e logo olhei para cima, foi quando vi um vulto enorme escuro, que tive a impressão de ter visto um olho brilhante, mas tudo isso que estou descrevendo aconteceu muito rápido, só que para mim parecia que era em slow motion. Por cima, este vulto atravessou para o outro lado da ponte e caindo no rio fez um barulho que nunca ouvi. Era como se fosse aquele amigo seu gordinho pulando na piscina, mas com o som bem amplificado! Logo depois voltou a chover. 


Fiquei ali parado uns instantes tomando chuva...
Parei...
Pensei...
Olhei para trás...
Olhei para cima...
Fiquei parado...


"Aaaa, vc tá te brincadeira comigo.. Preciso dormir"

Peguei o guarda-chuva, minha mochila e fui embora tentando me explicar o ocorrido cientificamente. Pior que sempre fazemos isso quando não queremos entender algo que foi relativamente claro.
Mas mesmo assim, preferi esquecer e seguir adiante...

É! Esquecer entre aspas né? Comecei a ficar mais curioso e ao mesmo tempo com medo da cidade.

[Continua]

No próximo episódio...

"Cara que hotel muito locooo! E sinistro tbm! O recepcionista parecia bem afim de contar histórias de outros turistas que estiveram lá(...)
Perguntei para um dos hóspedes que encontrei no caminho: "O que é aquela torre afinal?"
O hóspede disse: "Não tenho certeza, mas alguns amigos que já estiveram aqui me disseram que lá..."
Não perca!

Veja mais ilustrações do autor clicando aqui.

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Episódios
1º Temporada - Contos da Aldeia Vila Verde: 

Ep. 4: O Velho Homem << Você está aqui



Rapidinhas | 0045

As pessoas acham que a ciência anula Deus, mas na verdade fortalece a existência Dele. É nela que descobrimos seus roughs.
Quando vc vê um rough, vc entende como o desenho foi feito.
Descobrir como foi feito não quer dizer que vc pode descartar que alguém o criou.

Rapidinhas | 0044

O evangelho segundo Marjorie Estiano:

Disse Jesus para mim: "Por mais que eu tente lhe dizer
O quanto eu sinto por você
Como é possível não saber que eu te quero"


Jeito mineiro de ser

domingo, 9 de outubro de 2011

O mineiro gosta de abraçar, mas é mais em momentos especiais como: aniversários, velórios, despedidas de viagens, momentos de consolo e de alegria.

Vc que não é mineiro, não se preocupe qndo um vier e não te abraçar em chegadas ou despedidas, em dias comuns. Na nossa cabeça está tudo implícito.. haha

As vezes estamos conversando numa rodinha e simplesmente gritamos um "falou aí galera" e sumimos. As vezes quando chegamos simplesmente assobiamos junto de um "E aí". Claro que abraçamos e damos um aperto de mão, mas não é algo que fazemos questão de fazer a todo momento.
Juquinha Serra do Cipó - Morro do Pilar - MG

Na visão do mineiro, o paulista conversa, pergunta e fala com vc como se fosse seu melhor amigo, sai pra comer junto e vários outros roles.

O mineiro quando vê tal tratamento para com ele, vai achar que pode chegar de surpresa na casa do paulista e que pode dormir lá, ou seja: "o cara é meu brodi."

Para um mineiro vc está sendo o melhor amigo dele, pq o mineiro conversa desse jeito quando há um nível maior de amizade.

Mas o paulista pode achar que vc tá sendo 'entrão'.. "Ou! Não sou teu amiguinho!"

Para o mineiro, a amizade está implicita, ou seja, não precisamos ficar afirmando ela através de uns roles, dormidas nas casas, almoço ou janta juntos. Se rolar rolou, se não rolar é nóis.

Somos um povo que gosta do momento que flui, por exemplo:
Algum momento na rua vc encontra siclano com o fulano e resolvem fazer algo bem legal.

Bom, isso não quer dizer que preciso chamar meus amigos, vou aproveitar aquele momento com aquelas pessoas. Nós mineiros entendemos que se não somos convidados para certas programações, quer dizer que foi momento daquele grupo de pessoas e respeitamos isso.

Não quer dizer que amamos menos ou que não nos importamos, apenas carpe diem.

Talvez um paulista tenha dificuldade de saber quando o mineiro é seu amigo de fato. Acho que o melhor jeito de um paulista saber é quando o mineiro começa a se tornar um paulista (na forma de lhe dar com vc... Hehe ).

Mas para isso, vc precisa reparar como um paulista age. Se vc sabe, então vc entende nóis! =)

Mineiros parecem mais na deles para os paulistas, pq ele não sabe se o paulista está sendo superficial ou se ele quer mesmo ser amigo dele. Então preferimos ficar um pouco desconfiados mesmo, mais quietos e na nossa. (só no início, tá gente? rs)

Temos exemplos de mineiros que chegaram na ABU quietinhos e que depois de um tempo tornaram-se mais paulistas no jeito de ser no jeito mineiro de ver.

Então, espero que vc possa entender nesse texto simples sem referências de estatísticas pelo IBGE, ou pela associação de sociólogos pesquisadores de comportamento cultural um pouco sobre o jeito mineiro de ser.

É uma analise de vivência e não de estatística, acho que ajuda entender muitas coisas da visão de um mineiro sulista.

=)

Deixa eu só abrir um parenteses..rs

É algo que venho reparando nessa minha jornada de 5 anos em sampa.
Várias pessoas da terra da garoa estavam questionando comportamentos, atitudes e costumes que pra mim eram normais. Ainda estou aprendendo a conviver com culturas não mineiras. Se quiser complementar, discordar, ou por um rostinho fica a vonts.. <o/

Não revisei o texto, simplesmente fui escrevendo. Posso ter moscado alguma hora aí...

Talvez eu altere alguma coisa dps... ou posso deixar esse clima simples do jeito mineiro de ser memo!
=P

Qualquer coisa me avisem!

Fim! Tá morta a galinha!

Rapidinhas | 0043

terça-feira, 4 de outubro de 2011

‎"Quem te assegura que esses milagres (de Jesus) foram efetivamente realizados?" "Se o mundo se houvesse convertido ao Cristianismo sem milagres, seria este fato um milagre cem vezes maior do que outro qualquer" Canto XXIV, Paraíso, Divina Comédia, Dante Aliguieri

(via @AndreFilipeAefe)

Tentando entender um ateu

sábado, 1 de outubro de 2011

Autor (Rodrigo Maia)


Qual será o problema de acreditar em Deus?
Saindo do serviço encontrei o Teófilo comendo no Benjamin Abrahão da Universidade.

Ele parecia bem revoltado, mais que o normal. Usava aqueles velhos e antigos argumentos: "Se Deus existisse não teria pessoas se ferrando aí.."

Bem clichê esse argumento, mas as vezes nos dá uma preguicinha de explicar tudo, pq de fato essa pessoa não leu a Bíblia e não entende como o universo na cosmovisão cristã funciona.

Aí começamos nossa conversa:

     -O problema de acreditar em Deus é por causa dessa aparente despreocupação Dele com o mundo?

     -Ah, se existisse Deus, não teria o mal!

     -Bom, eu não sei que tipo de males vc se refere, mas tem dois tipos que talvez vc esteja pensando:
Primeiro: A malícia do homem em ser bandido, assassino, ladrão, corrupto...

     -É, eles existem, mas se Deus fosse de fato amor, como vcs cristãos dizem, esses caras não existiriam, ponto.

     -Só que vc esqueceu que esse tipo de mal é culpa do próprio homem e não de Deus.

     -E esses terremotos, deslizamentos de terras... Cadê a justiça divina?

     -Calma, vou chegar lá... rs
Segundo: Esse é o outro tipo de maldade que eu iria falar, a "maldade" da natureza, no caso vc já está ligando a natureza a Deus...

     -Uma intervenção divina cairia bem hein... Vcs que creem falam de um Deus bom, mas parece que Ele nem se importa.

     -Sim! Nós falamos! Mas também falamos que Deus é justo e firme nas coisas que decide.
Ele disse que se o desobedecermos comendo o fruto proibido, seríamos punidos com um tipo de morte eterna e que essa desobediência amaldiçoaria a terra, a humanidade, tudo. Sem falar nos últimos dias da humanidade...
Enfim. Declaramos independência de Deus...

     -Hã?

     -É que quando desobedecemos suas ordens, sugestões, orientações e mandamentos, estamos dizendo que não precisamos Dele. Pq "eu que sei e Ele não sabe.. deixa comigo"
Bom, se a fé na descrença em Deus tem como base o mal, pq quando olho para o bem não posso dizer que Deus existe?
Pq o mal nos chama a atenção? Pq parece que ele é mais forte? O que há em nós que nos leva a pensar ou sentir isso? O que é isso?

     -Acho que vc está exagerando... Não damos tanta atenção pro mal assim."

     -Tudo bem, mas esses cristãos também dizem que tem algo errado conosco e que somos depravados por natureza. Natureza adquirida quando declaramos independência de Deus. Depravado é ser malvado, ou pecador como dizemos.

     -Eu não sou malvado assim... não roubo, não mato e não faço nenhuma outra coisa parecida..

     -O que é mais difícil: Ensinar um bebê fazer carinho ou bater? Agradecer ou fazer birra?
Será que não há algo em nós que revela essa natureza depravada? Será que já não nascemos com essa maldição? Tem algo de errado conosco.
Vc diz que não rouba pq alguém disse que não pode, ou seja, é um mandamento de Deus o "não roubar".

     -Não creio nesses mandamentos.. acho que é um senso que temos dentro de nós, não sei se o q vc disse faz sentido, pq nascemos com esse senso e não com essa maldade toda...

     -Olha só, vc está quase entendendo.. esses cristãos falam que a Bíblia diz que Deus colocou e gravou em nossos corações suas leis, ou seja, Ele fez o homem moral.
Mas se falarmos do que realmente queremos fazer, vou lembrá-lo sempre da historinha do bebê, do que é mais difícil ensinar... É quase que normal sentirmos prazer no pecado, não há nada de novo nisso. Nascemos com essa natureza depravada.

Então, se Deus nos fez moral, no fundo percebemos que há uma verdade absoluta, esse "senso" que vc disse que vai nos dizer: "não é legal roubar."

Vc deve ter percebido que gostamos de ler esse livro preto e se lemos, no mínimo temos que saber interpretar.

Vamos pensar no "não roubar" que vc disse que não faz então.
Por exemplo: Quando mentimos, estamos roubando o direito do outro saber a verdade;
Quando matamos, estamos roubando o direito de uma pessoa viver, assim como violentar uma pessoa fisicamente e psicologicamente. Vc pode roubar a paz de alguém também.
Será que vc nunca roubou?

     -Nossa mano! Que loco isso.. Não sabia o quanto é fácil ser mau... mas se sou tão mau assim nem quero pensar na punição e no que Deus faria comigo.

     -Punição? Merecemos sim! Escapatória? Não vamos conseguir nos salvar.. Quer saber o tamanho da desonra que vc pode fazer a alguém? Meça o tamanho de sua dignidade. Não temos a capacidade suficiente para escaparmos da punição de morte eterna, muito menos o direito de exigir ou decretar algo a Ele.

     -Puuuuxa mano! Tamo realmente ferrado! Eu não sei o que é esse negócio de morte eterna, mas não parece coisa boa..

     -Haha.. Lembra quando eu disse que Deus é justo e firme no que fala?

     -Eita..estou realmente condenado.. e agora?

     -Sim, estamos condenados!

     -Então quem pode se salvar?

     -Ninguém!

     -Aff.. como crer nisso então? Não há nada que eu possa fazer?

     -Calma, não se desespera..rs
Lembra que vc mesmo disse que os cristãos dizem que Deus é bom, justo e amor... e vc não vê nada disso?
Agora, sabe onde tá o amor Dele?
Está no fato Dele ter te amado tanto que deu seu único filho para ser punido em seu lugar. E o melhor... Deus não foi injusto, caso vc pense que Ele escolheu um ser humano X para ser punido...
Ele se fez homem e habitou entre nós. Vc acha que eu acreditaria em um Deus que fosse imune a dor que sentimos? Ele nos entende e ainda lá na cruz Ele sentiu toda a dor que eu deveria sentir. Ele veio trazer reconciliação para vc, para nós, para toda a humanidade.
"O que tenho que fazer"?
Largar mão de viver só, perdido em seus achismos e viver com Ele, ser amigo e amá-lo por quem Ele é. Um Deus amoroso que se importou (até demais) conosco. Queria que vc largasse esse "livre-arbítrio" e voltasse a ser dependente Dele.

Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único filho para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.
Livro de João capítulo 3, versículo 16 
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Teófilo é um personagem fictício.
Usei várias referências além da Bíblia para essa história, 
não lembro de algumas, mas vou colocar as que lembro (rs):


KELLER, Timothy - Fé na era do ceticismo -
PIPER, John - Para sua alegria -
PULLMAN, Philip - A bússola de ouro -